Stuffing, no contexto de Pet Play e fantasia, é uma prática em que a pessoa incorpora o comportamento ou a identidade de um animal de pelúcia, boneco recheado ou criatura fofa e macia, muitas vezes chamada de 'plushie' ou 'stuffy'. Quem participa pode se fantasiar com roupas ou fantasias que imitam esse tipo de personagem, agir de acordo com traços atribuídos a esses seres (como ser carinhoso, passivo, ou ingênuo) e interagir com parceiros dentro de uma dinâmica de cuidado e aconchego. Essa prática pode ter elementos emocionais fortes, incluindo regressão de idade (embora não necessariamente), busca por conforto, intimidade não sexual ou sexual, e senso de identidade alternativa. O parceiro frequentemente assume o papel de quem cuida do 'bichinho de pelúcia'. O stuffing pode ou não incluir componentes eróticos, variando bastante de pessoa para pessoa. É uma expressão dentro do espectro amplo de Pet Play e fantasia de personagem, com foco em maciez, fofura e acolhimento como elementos centrais da experiência.
Comunique claramente os limites antes de começar, especialmente se a dinâmica envolver regressão emocional, já que esse estado pode deixar a pessoa mais vulnerável. Defina juntos o que é permitido dentro da fantasia e o que fica fora dela. Estabeleça uma palavra de segurança que funcione mesmo quando a pessoa estiver em personagem. Após a sessão, reserve tempo para o aftercare, pois a saída de um estado emocional intenso pode ser desestabilizadora. Evite pressionar o parceiro a aprofundar a fantasia além do que ele demonstra conforto.
Revisado por Reviewed by the Jar of Kinks editorial team