Tickling erótico é uma prática de jogo sensorial em que uma pessoa faz cócegas em outra como forma de estimulação intencional dentro de um contexto consensual. O prazer pode vir da sensação física em si, da vulnerabilidade envolvida, da dinâmica de poder entre quem faz as cócegas e quem as recebe, ou da combinação desses elementos. A prática pode ser leve e descontraída ou incorporar restrições físicas (como imobilização), o que a conecta também a elementos de bondage. As regiões do corpo mais comumente exploradas incluem pés, axilas, costelas, pescoço e barriga. Para algumas pessoas, o apelo está na perda de controle das reações corporais involuntárias, como o riso. Para outras, o foco está na intimidade criada pela situação. O tickling pode ser praticado de forma totalmente não sexual ou como parte de encontros sexuais, dependendo das preferências de cada pessoa. Acessórios como penas, pincéis ou as próprias mãos são frequentemente utilizados.
Estabeleça uma palavra de segurança antes de começar, pois rir pode dificultar comunicar desconforto verbalmente. Combine também um sinal não verbal para pausar a atividade. Discuta limites corporais com antecedência, já que algumas pessoas têm sensibilidades físicas ou traumas associados a cócegas forçadas. Se houver imobilização, aplique as mesmas precauções de bondage quanto à circulação e ao tempo. Respeite imediatamente qualquer pedido de pausa, mesmo que a pessoa esteja rindo.
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