O fetiche por couro envolve atração sexual ou erótica por materiais de couro, seja pelo cheiro característico, pela textura, pela aparência ou pela sensação do material em contato com o corpo. Essa atração pode se manifestar de diversas formas: prazer em usar roupas de couro (jaquetas, calças, luvas, botas, cintos), em ver parceiros vestindo esses itens, ou em incorporar acessórios de couro em contextos de BDSM, como coleiras, restrições e chicotes. O couro tem uma longa associação com subculturas como a cultura leather gay, o movimento motoclubista e comunidades de BDSM, onde representa também identidade e pertencimento. O apelo pode ser puramente sensorial, estético ou contextual, variando bastante de pessoa para pessoa. Algumas pessoas focam em peças específicas, como botas ou luvas, enquanto outras respondem ao conjunto completo de uma estética leather. Não é necessário qualquer equipamento elaborado para explorar esse interesse, já que até um único item de couro pode ser o ponto de partida.
Restrições feitas com couro devem ser verificadas regularmente para evitar corte de circulação. Acessórios de couro usados em bondage precisam ter folga adequada e nunca devem ser apertados ao ponto de causar dormência ou formigamento. Alérgicos a tratamentos químicos usados no curtimento do couro devem testar o material antes de contato prolongado com a pele. Em contextos de BDSM envolvendo couro, estabelecer palavras de segurança e negociar limites com antecedência é essencial. Higienize regularmente os itens compartilhados.
Revisado por Reviewed by the Jar of Kinks editorial team